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Aqui é o Evandro Fernandes, da Digienge.
Hoje quero comentar um caso de sucesso que prova a nossa tese de que a IA vende, mas só se for bem gerenciada, especializada e com uma identidade forte.
Lu, do Magalu, ganha ‘cérebro com IA’ e se torna a vendedora com a maior taxa de conversão do Brasil: 3x maior que o app.
← Início IA
A Magalu fez um movimento interessante, transformou sua influenciadora virtual, a Lu, em uma vendedora com um IA, que opera dentro do WhatsApp.
Detalhe: Exatamente o que fazemos aqui com o SuperFuncionário.
Os resultados divulgados são impressionantes:
A Lu do WhatsApp tem uma taxa de conversão três vezes maior do que a compra feita dentro do aplicativo tradicional do Magalu.
O NPS (satisfação do cliente) atingiu 90, um nível de excelência.
Mais de 1 milhão de usuários já testaram a experiência de compra completa (recomendação, carrinho e pagamento) dentro do chat.
O segredo não está em usar apenas integrar uma IA poderosa no Whatsapp, mas a inteligência por trás que garante a personalidade da marca, os valores, a ética das respostas.
Por que isso importa?
← Início humano
Essa é a prova do mercado que o que estou falando na news semanal é verdade.
Ter funcionários de IA trabalhando para sua empresa vai ser sua maior vantagem competitiva para 2026.
Essa case da Magalu é um exemplo de Funcionário de IA que tem identidade, especialização e auditoria.
Tudo começa com um orquestrador humano, para:
Escolher o modelo certo para cada tarefa (e não gastar com LLMs caros em perguntas simples).
Garantir que a identidade da sua marca seja preservada (e a IA não cometa erros na conversação).
Usar o feedback dos clientes para treinar e auditar seu Funcionário de IA todos os dias.
E você ou sua empresa está esperando o que para ter seu próprio SuperFuncionario?
Um abraço,
Evandro Fernandes
Fundador da DigiEnge


