O que significa “final de mês”?

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Por Evandro Fernandes

 

Quem já trabalhou comigo sabe bem o que significa esse período de fechamento quando eu dizia – e continuo dizendo – “o jogo só acaba quando termina”, ou “a dona meta está aí, bora!!!”. A pressão e temperatura aumentam, as equipes ficam igual moléculas de água em ebulição. Tudo isso por conta do final do mês.

 

Sim, confesso, fico mudado, tomado por algo que não consigo explicar. Sou simplesmente doente por fechamento, por meta, por atingir objetivos, por aumento de receita com lucro, pela entrega do que foi prometido, um dever a ser cumprido, algo que precisa realmente ser feito. Mas atenção, se, somente se, repito, se, somente se, houver uma experiência fantástica para nossos clientes. É bom que essa ressalva seja feita para não ser confundido com o vendedor “carniceiro-egoísta-clássico” ou o que chamo de “estereótipo neandertal de vendas”, aqueles pré-conceitos clássicos, pré-concepções arcaicas negativas tipo “vendedor é tudo igual”. As coisas mudaram há muito tempo, hoje no novo cotidiano, mais do que nunca, precisamos ter o espírito de “vendedor-cuidador”. Ou seja, preciso vender o que sei e aprendi, mas também cuidar de quem me comprou.

 

Sim, vale para grandes, médias, pequenas empresas e empreendedores. Sem diferença, sem distinção. Uns com mais recursos, outros com menos, mas a meta de vender e cuidar precisa existir.

 

Sempre que me deparo com profissionais que não são da área comercial, minha primeira preocupação é como passar esse sentimento de necessidade, de urgência, quando na verdade, o foco deles sempre foi com a suas funções ou cargos, ou como diziam: vocação ou dom. É bem comum ouvir: “Evandro, não posso parecer vendedor sabe?”, “Nossa ação parece que estou empurrando meu produto ou serviço goela abaixo no meu aluno”, ou ainda “Minha missão é ajudar as pessoas”. Daí traduzo: “Não gosto de parecer com vendedor”, “Não quero ser chato sendo insistente” e “Quero dinheiro, mas quero parecer como a Madre Tereza ou vender no automático sem esforço de vendas”. Conclusão: todos precisamos vender, mas não queremos assumir o papel ou responsabilidade de dar a cara a tapa no campo.

 

Bom, mesmo que você não faça parte do mundo comercial, deve ter percebido que no comércio em geral, na última semana do mês, existe um movimento bem maior que o normal. Mais placas, mais anúncios nos veículos de comunicação, mais ritmo, mais calor, não é verdade? Mas com essa pandemia a coisa mudou um pouco, o final de mês passou a ser todo dia porque as contas não param de chegar. E você sabe porquê mudou? 

Ah! É para vender mais, claro, né? Sim, mas agora a forma de se fazer mudou. Sim, a forma como vemos a venda em si. Agora, mais do que nunca, vamos precisar nos vender, ou seja, o que mudou mesmo é que cada um de nós, se quiser sobreviver, terá que se vender, terá que se expor, terá que dizer ao mundo a que viemos, ou porque as pessoas precisam do que você sabe ou tem para vender. E o final do mês tem total peso nisso.

 

Fiz toda essa introdução para ambientá-lo no universo paralelo chamado novo-cotidiano ou novo-começo ou ainda novo-normal. É no final do mês que as contas chegam, que os pagamentos são feitos, que os meses mudam de novo, que um ciclo de 30 trinta dias se finda, que a lua completa a volta pela terra em suas quatro fases, e que as empresas precisam mostrar crescimento para os empreendedores pagarem contas ou para diretores comerciais prestarem contas. 

 

Os últimos dias do mês são quentes mas o último dia mesmo, é o que considero mais top, por que vai até 23h59, ou seja, até o último minuto do dia pode entrar um pedido e ainda ser faturado naquele dia, se somente se, o financeiro estiver do lado do departamento comercial, caso “feche” o expediente às 18h já era, só no próximo mês. 

 

É dia que mesmo? É dia de respeito, foco, toda empresa com um único objetivo, todos os departamentos integrados e focados em ajudar a equipe de vendas a recepcionar os novos clientes facilitando negociações contratos ou pedidos numa velocidade acima do normal. É união de esforços marketing, financeiro, produtos, rh, tecnologia com o departamento comercial. Fazendo uma analogia com o vôlei: Pode subir e cortar que estamos aqui para não deixar a bola cair de forma alguma. Fazendo referência com a física: Todos os vetores na mesma direção e sentido: vossa majestade o cliente.

Agora são 19h58 do dia 30 de junho de 2020 e mais um mês de fechamento fodastico…

 

 

Por razões óbvias não posso apresentar números mas foi um faturamento considerável para o player em um momento tido como averso, anormal e contrário as vendas. QUe venham mais incrédulos.

 

Um por todos e todos por um. Vamos bater essa famigerada meta. Bora!!!!

 

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