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Aqui é o Evandro Fernandes, da Digienge.
Nesta edição, trago dados concretos sobre o dilema IA x Empregos no Brasil:
O mercado de trabalho está se reconfigurando rapidamente por causa da Inteligência Artificial, isso é bom ou ruim?
Vagas que pedem IA quadruplicaram em três anos no Brasil, diz estudo da PwC
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Um estudo recente, o Barômetro Global de Empregos em IA 2025, revela um dado impressionante:
O número de vagas exigindo conhecimento em Inteligência Artificial no Brasil saltou de 19 mil em 2021 para 73 mil em 2024.
É um crescimento de quase 300% em apenas três anos!
Mas o que isso realmente significa?
O estudo detalha que o agronegócio, por exemplo, viu um aumento superior a 600% em demandas por empregos onde a IA ajuda o humano a fazer um trabalho melhor.
Mesmo nas posições que podem ser automatizadas, o índice de crescimento da exposição à IA é superior a 400%.
E o impacto não para por aí:
Salários em vagas com IA crescem o dobro, e a bonificação média para quem tem habilidades em IA disparou de 25% para 56% no último ano.
Setores mais expostos à IA registram um crescimento três vezes maior na receita por funcionário.
Por que isso importa?
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Já disse que “o ser humano será artigo de luxo em tudo”. Depois, que a corrida da IA é, acima de tudo, humana.
Os dados do Brasil não só confirmam, como aceleram essa visão.
O crescimento exponencial de vagas que exigem IA não significa o fim do trabalho humano, mas a redefinição dele.
O mercado está gritando por profissionais que respirem IA todos os dias, que consigam extrair seu potencial máximo, enquanto mantêm o discernimento, a criatividade e a ética.
Não é apenas sobre “apertar botões de IA”.
É sobre a capacidade de gerenciar, supervisionar e moldar esses “Recursos Não-Humanos” para que eles se tornem um diferencial estratégico para as empresas.
O agronegócio é um exemplo claro: a IA otimiza, mas é o agrônomo, o gestor, o estrategista humano quem interpreta os dados, toma decisões complexas e inova.
As empresas que investem em IA sem investir na qualificação e gestão de seus colaboradores (humanos e não-humanos) estão perdendo uma oportunidade gigantesca ou correndo riscos desnecessários.
Sua carreira, sua empresa, estão prontas para essa nova era?
Um abraço
Evandro Fernandes
Fundador da DigiEnge


