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Quero trazer uma notícia que tem gerado bastante burburinho e que, na minha opinião, é um reflexo claro da direção que o mundo da tecnologia está tomando:
A Microsoft, uma das gigantes que está na linha de frente do desenvolvimento de Inteligência Artificial, anunciou sua maior demissão em mais de dois anos.
A justificativa? Simplificar a gestão, aumentar a agilidade e, principalmente, compensar os custos bilionários de investimento em infraestrutura e chips voltados para IA.
No ano passado, a empresa despejou cerca de US$ 80 bilhões apenas nisso!
O que estamos presenciando é uma grande mudança em todo o setor de tecnologia.
Se você leu a primeira edição da nossa Newsletter, vai se lembrar de que a Meta está correndo atrás dos funcionários mais valiosos da OpenAI.
Enquanto isso, funcionários pouco qualificados estão sendo demitidos em massa.
Empresas estão apostando pesado em inteligência artificial e, consequentemente, reduzindo investimentos em áreas de negócios mais tradicionais ou com crescimento mais lento.
É como se o recado fosse claro: “Precisamos ser mais rápidos e inteligentes, e a IA é o caminho.”
E não é só a Microsoft. Google, Meta e Amazon também estão otimizando suas equipes e aumentando exponencialmente seus investimentos em IA.
A grande questão é que parte desses empregos, que estão sendo cortados, pode não retornar.
Ferramentas de IA estão se tornando cada vez mais capazes de assumir funções que antes eram executadas por humanos.
Como vamos lidar com isso?
← Início humano.
Lançamos uma notícia aqui na DigiEnge que em breve teremos uma cota obrigatória para funcionários humanos.
Parece um cenário de ficção científica, mas estamos, literalmente, assistindo ao futuro da tecnologia e do mercado de trabalho sendo redesenhados diante dos nossos olhos.
Terceirizamos e potencializamos os braços com ferramentas, as pernas com veículos; criamos asas, que nunca tivemos, com aviões.
Mas, pela primeira vez, criamos algo que também cria e pensa. Sim, vamos ficar obsoletos.
Talvez, só talvez, a obsolescência não seja sinônimo de inutilidade mas prova da nossa relevância. Contraditório não?
Ou nossa vantagem esteja exatamente na nossa ineficiência, nossa capacidade de errar de forma criativa, de rir por nada.
Cunhei o termo “cota de humanos” por que já, já, teremos que ter um departamento que cuide e garanta para que haja pelo menos alguns humanos nas empresas que queiram se diferenciar — para garantir que certas profissões e/ou tarefas (serão poucas) sejam executadas exclusivamente por humanos…
Preservar a humanidade, já pensou nisso?
Não se preocupe, enquanto eu estiver a frente da DigiEnge irei garantir que nosso trabalho vai conter o que mais prezamos: o token humano.
#somosdigitais #somoshumanos 💜


